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  AOS OSSOS QUE TANTO
DOEM NO INVERNO

De Sérgio Mello
Direção de Soledad Yunge
Com Mário Bortolotto e Nelson Peres
Participação especial de Izabel Lima, lendo Guimarães Rosa (história de Augusto Matraga)

Sinopse:

Após ter sua carteira roubada, homem recebe telefonema do assaltante, que diz estar arrependido e quer lhe devolver tudo. O dois se encontram novamente e iniciam um perigoso jogo de tortura e violência, movidos a álcool e jazz. Texto de estréia do poeta Sergio Mello no teatro.

O autor:

Sérgio Mello trabalha como roteirista freelancer de vídeos, tv e cinema há mais de 10 anos. Presta serviços para agências (Ogilvy, África) e produtoras (Porão Filmes, Hélicon) de São Paulo. Começou a carreira na redação e criação de uma agência de propaganda (Tikara Filmes), que licenciava desenhos japoneses no Brasil, como o Jaspion. Em 2004, a editora Ciência do Acidente publicou seu primeiro livro de poemas: “No Banheiro Um Espelho Trincado”, com críticas favoráveis em jornais como Folha de S. Paulo e revistas de literatura e cultura. A publicação do segundo livro de poemas (Savoy River) está prevista para 2007.

Direção:

Soledad Yunge é diretora teatral, formada pela Escola de Comunicações e Artes da USP e nas escolas européias Ecole Philippe Gaulier e Desmond Jones School. Seus trabalhos recentes incluem a direção dos seguintes espetáculos: “ A Audiência” e “Vernissage”, textos de Vaclav Havel no Sesi; “A Dança do Universo”, de Oswaldo Mendes e baseado no livro do físico Marcelo Gleiser; “Num Dia Comum”, de John Kolvenbach, indicado ao Prêmio Shell de melhor ator para Milhem Cortaz e o espetáculo infantil “Pandolfo Bereba”, adaptação do conto de Eva Furnari.